fbpx
Escolha uma Página
Sem SUS, o Município Paga o Transporte

Sem SUS, o Município Paga o Transporte

Sem SUS, o Município Paga o Transporte

O direito à saúde não se limita ao fornecimento de medicamentos ou realização de exames. Ele inclui as condições materiais necessárias para que o paciente consiga realizar o tratamento — inclusive o transporte.

Uma paciente idosa, com grave doença pulmonar e dependente de oxigênio, precisou realizar broncoscopia com urgência. Como o exame não era disponibilizado pelo SUS em seu município, ela custeou o procedimento em hospital particular e acionou a Justiça para obter ambulância para o deslocamento.

O Município alegou perda do objeto após cumprir liminar, mas o juiz da 2ª Vara Cível de Atibaia (SP) rejeitou o argumento e confirmou a obrigação.

A decisão reconheceu que, diante da falha do sistema público em fornecer o tratamento, o ente municipal deve garantir os meios necessários para o acesso integral à saúde — inclusive transporte até hospital particular.

(TJSP / Processo nº 1000288-73.2026.8.26.0048)

Direito à saúde é garantia constitucional com eficácia imediata.

.
.
.

#DireitoÀSaúde #SaúdeÉDireito #SUS #DixiniAdvocacia #DireitoConstitucional #DireitoAdministrativo #AdvocaciaNaSaúde #AcessoÀSaúde #JustiçaSocial #MandadoDeSegurança #Liminar #TransporteSanitário #DefesaDoPaciente #DireitoPúblico #AdvocaciaEstratégica #DixiniAdvocacia

Caso Leo Lins: Tribunal reconhece ausência de dolo e absolve humorista

Caso Leo Lins: Tribunal reconhece ausência de dolo e absolve humorista

Caso Leo Lins: Tribunal reconhece ausência de dolo e absolve humorista

Da condenação à absolvição em 2ª instância. Um confronto entre a Liberdade de expressão artística e a Proteção à dignidade da pessoa humana e combate à discriminação

Condenado em 1ª instância
➡️ 8 anos de prisão + indenização
Absolvido em 2ª instância
➡️ ausência de dolo específico
⚖️ Liberdade de expressão artística x discurso discriminatório
Onde está o limite do humor?

A condenação do humorista Leo Lins por falas consideradas discriminatórias gerou forte debate jurídico ao fixar pena de mais de 8 anos de prisão e indenização por dano moral coletivo.

Mas a história ganhou reviravolta: em 2ª instância, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) absolveu o comediante ao entender que não houve prova de dolo específico, elemento essencial para caracterização do crime.

O tribunal destacou que o stand-up comedy é um gênero marcado por exagero e provocação, e que a liberdade de expressão artística só pode ser limitada quando há incitação concreta à discriminação ou violência.

O caso reacende um dos debates mais relevantes do Direito contemporâneo:
> até onde vai a liberdade de expressão e onde começa a responsabilidade penal?

>>E você, concorda com a absolvição ou entende que o humor deve ter limites mais rígidos?

>>> Comente sua opinião e vamos debater juridicamente

Processo: 5003889-93.2024.4.03.6181

.
.
.

hashtag#LeoLinshashtag#LiberdadeDeExpressãohashtag#DireitoPenalhashtag#dixiniadvocaciahashtag#DoloEspecíficohashtag#CrimeOuHumorhashtag#DecisãoJudicialhashtag#TRF3hashtag#JustiçaBrasileirahashtag#DireitoConstitucionalhashtag#DebateJurídicohashtag#Advocaciahashtag#AdvocaciaEstratégicahashtag#Advogadohashtag#NotíciaJurídicahashtag#CasoPolêmicohashtag#ProcessoPenalhashtag#AtualidadesJurídicashashtag#DireitoNaPráticahashtag#ViralJurídico

Justiça do Trabalho x INSS. Sem prova de retorno ao trabalho, não há limbo jurídico.

Justiça do Trabalho x INSS. Sem prova de retorno ao trabalho, não há limbo jurídico.

Sem prova de retorno ao trabalho, não há limbo jurídico. Um dilema entre a Justiça do Trabalho e o INSS.

Empregada recebeu alta do INSS, mas não comprovou tentativa de retorno ao trabalho.

A 4ª turma do TRT da 3ª Região afastou a condenação de uma empresa ao pagamento de salários e indenização por danos morais a empregada que teve a aposentadoria por invalidez cessada pelo INSS.


Sem prova de retorno ao trabalho, não há limbo jurídico.

O colegiado entendeu que não ficou comprovado o chamado limbo jurídico previdenciário, pois a trabalhadora não demonstrou que tentou retornar ao trabalho após a alta e foi impedida pela empresa. Segundo o relator, cabia à empregada provar a tentativa frustrada de retorno, conforme o ônus probatório previsto na CLT.

No caso, a empresa comprovou que enviou telegramas com endereço e razão social atualizados, e a ação foi proposta mais de três anos após a cessação do benefício. Diante da ausência de prova de conduta ilícita do empregador, foram excluídos salários, verbas trabalhistas e a indenização por danos morais anteriormente deferidos em 1ª instância.

(TRT3 / Processo: 0010336-73.2023.5.03.0026)

.

.

.

#direitodotrabalho #advocaciatrabalhista #processotrabalhista #dixiniadvocacia #justiçadotrabalho #trabalhador #empregador #advogado #advogadotrabalhista #limboprevidenciario #inss #beneficioprevidenciario #altaINSS #provas #ônusdaprova #jurisprudencia #direitoprevidenciario #reformatrabalhista #trt3 #advocaciabrasil #direitobrasileiro

Acidente com terceirizado gera condenação: empresa responde por falha na segurança do trabalho

Acidente com terceirizado gera condenação: empresa responde por falha na segurança do trabalho

Acidente com terceirizado gera condenação: empresa responde por falha na segurança do trabalho

A Telemont S.A. foi responsabilizada pela morte de um motorista atingido após a queda de um muro e portão durante manobra de caminhão terceirizado em seu pátio, em Serra.

O Tribunal Superior do Trabalho, TST, manteve a condenação ao reconhecer que a empresa foi omissa no controle e fiscalização das atividades realizadas em suas dependências, permitindo circulação de caminhões sem supervisão e sem medidas adequadas de segurança.

Como consequência, foi fixada indenização por danos morais e pensão mensal à esposa e aos filhos da vítima, reforçando o entendimento de que o dever de garantir ambiente seguro permanece mesmo quando há terceirização.

Com esse fundamento, a empresa foi condenada a pagar indenização por dano moral no valor de R$ 30 mil, além de pensão mensal até a data em que o trabalhador completaria 75 anos.

(TRT17 e TST / Processo: Ag-AIRR-0000330-20.2022.5.17.0004)

.

.

. #direitodotrabalho #terceirizacao #dixiniadvocacia #segurancadotrabalho #responsabilidadecivil #acidentedetrabalho #indenizacao #danoMoral #TST #advocaciatrabalhista #direitotrabalhista #justica #processotrabalhista #direitobrasileiro #trabalhador #advogado #advocacia #trabalhista #prevenção #empresa #familia #MinasGerais #advogadomg #direito

💔 Golpe do amor: Justiça afasta responsabilidade do banco e nega indenização

💔 Golpe do amor: Justiça afasta responsabilidade do banco e nega indenização

💔 Golpe do amor: Justiça afasta responsabilidade do banco e nega indenização

Um homem que perdeu R$ 90 mil após cair em estelionato afetivo não será indenizado pela instituição financeira. O juiz Otávio Augusto Vaz Lyra, da 5ª Vara Cível de Osasco, entendeu que houve culpa exclusiva da vítima, pois as transferências foram realizadas voluntariamente a terceiros desconhecidos.

Golpe do amor: Justiça afasta responsabilidade do banco e nega indenização

Segundo a decisão, a fraude ocorreu em ambiente externo ao banco, por meio de relacionamento virtual com pessoa que alegava viver nos Estados Unidos e solicitava valores sob justificativas inverossímeis. O magistrado destacou que instituições financeiras não têm dever de investigar a motivação subjetiva das operações quando autorizadas pelo próprio cliente e que não houve prova de falha bancária.

Assim, foi afastada a responsabilidade da instituição e negado o pedido de indenização por danos materiais e morais.

( TJSP / Processo: 1007039-09.2025.8.26.0405 )

.

.

. #GolpeDoAmor #EstelionatoAfetivo #DireitoDoConsumidor #ResponsabilidadeCivil #FraudeFinanceira #Pix #DanosMorais #Indenização #Advocacia #DireitoBancário #SegurançaDigital #Justiça #GolpesOnline #Consumidor #AlertaDeGolpe #banco #Advocacia #dixiniadvocacia