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Consumidora será indenizada em R$ 8 mil após ter o nome negativado por serviços que nunca contratou.

Consumidora será indenizada em R$ 8 mil após ter o nome negativado por serviços que nunca contratou.

Consumidora será indenizada em R$ 8 mil após ter o nome negativado por serviços que nunca contratou.

Consumidora será indenizada em R$ 8 mil após ter o nome negativado por serviços que nunca contratou. A decisão do 27º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro reconheceu que a operadora Claro S.A. não apresentou provas válidas da contratação, juntando apenas registros internos.

A cliente descobriu três dívidas, vinculadas a endereço desconhecido, referentes a serviços de TV e internet. Para o Juízo, houve falha na prestação do serviço, sendo o dano moral presumido (dano in re ipsa), dispensando prova do prejuízo.

✅ Determinações da sentença:

• Indenização de R$ 8 mil por danos morais

• Exclusão imediata do nome nos cadastros de inadimplentes

• Cancelamento definitivo do contrato irregular, sob pena de multa

⚖️ Conclusão: Empresas devem comprovar a contratação. A negativação sem prova configura abuso e gera reparação moral.

(TJRJ / Processo: 0992993-58.2025.8.19.0001)

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Empresa exagera e Justiça reverte justa causa aplicada a trabalhador

Empresa exagera e Justiça reverte justa causa aplicada a trabalhador

Empresa exagera e Justiça reverte justa causa aplicada a trabalhador

Um juiz da 9ª Vara do Trabalho de Belém/PA reverteu a justa causa aplicada a um auxiliar de limpeza que havia sido acusado de assédio sexual após enviar, por engano, uma mensagem a um colega fora do horário de trabalho.

Empresa excede e justa causa é anulada.

Na decisão, o magistrado entendeu que a penalidade foi desproporcional, destacando que a mensagem não possuía conotação sexual direta, foi enviada fora do expediente e o trabalhador pediu desculpas imediatamente. Além disso, a empresa não apresentou defesa e foi considerada revel.

Com isso, a justa causa foi convertida em dispensa sem justa causa, garantindo ao trabalhador o recebimento das verbas rescisórias, como aviso prévio, 13º proporcional, férias proporcionais + 1/3, FGTS com multa de 40% e multas legais.

Lição importante: a justa causa exige prova robusta e proporcionalidade — erros isolados nem sempre justificam a punição máxima.

TRT8 (Pará e Amapá) / Processo: 0000942-84.2025.5.08.0009

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Justiça do Trabalho determina reanálise de dívida trabalhista do Cruzeiro e reforça debate sobre responsabilidade das SAFs

Justiça do Trabalho determina reanálise de dívida trabalhista do Cruzeiro e reforça debate sobre responsabilidade das SAFs

TST determina reanálise de dívida trabalhista do Cruzeiro e reforça debate sobre responsabilidade das SAFs

A 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou que o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região reanalise a responsabilidade da Cruzeiro Esporte Clube – Sociedade Anônima do Futebol por verbas trabalhistas de um preparador físico do futebol feminino.

O TRT havia reconhecido responsabilidade solidária entre a SAF e o Cruzeiro Esporte Clube, mas o TST entendeu que pontos relevantes da defesa não foram examinados, como a alegação de que a rescisão foi feita apenas com o clube associativo e que o crédito estaria sujeito ao regime de recuperação judicial.

O caso envolve a aplicação da Lei 14.193/21, que criou as SAFs para permitir a reorganização financeira dos clubes e estabelecer regras específicas sobre a transferência de dívidas. Segundo a defesa, a SAF não assume automaticamente débitos anteriores e teria apenas prestado apoio financeiro.

Diante da falta de análise desses aspectos, o TST devolveu o processo ao TRT-3 para novo julgamento, a fim de avaliar fatos, documentos e a aplicação da lei das SAFs antes de definir a responsabilidade pelas verbas trabalhistas.

(TST e TRT3 / Processo: RR-0010425-54.2022.5.03.0019)

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Banco é condenado por fraude após gerente auxiliar idosa em transferências suspeitas

Banco é condenado por fraude após gerente auxiliar idosa em transferências suspeitas

Banco é condenado por fraude após gerente auxiliar idosa em transferências suspeitas

A juíza Mayara Maria Oliveira Resende, do Juizado Especial Cível de Cosmópolis/SP, condenou um banco a indenizar uma idosa vítima do “golpe do falso parente” aplicado via WhatsApp.

A cliente, sem familiaridade com o aplicativo bancário, procurou a agência e realizou duas transferências com auxílio do gerente, totalizando R$ 13.448,00. Posteriormente, constatou-se que se tratava de fraude.

A magistrada reconheceu falha na prestação do serviço, aplicando a responsabilidade objetiva prevista no Código de Defesa do Consumidor e entendendo que, ao auxiliar presencialmente uma operação atípica e de alto valor, o banco assumiu dever de vigilância e segurança.

Decisão:

  • restituição de R$ 13.448,00 à consumidora;
  • responsabilidade solidária do beneficiário pela devolução de R$ 4.998,00;
  • pagamento de R$ 5 mil por danos morais, diante da perda das economias e da negligência institucional.

👉 O fundamento central foi que o banco não atuou apenas como meio de pagamento, mas como assistente direto da operação fraudulenta, devendo responder pelos prejuízos.

(TJSP / Processo: 1001189-65.2022.8.26.0150)

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INSS pode ser responsabilizado por empréstimo consignado fraudulento

INSS pode ser responsabilizado por empréstimo consignado fraudulento

🚨 INSS pode ser responsabilizado por empréstimo consignado fraudulento

A Justiça decidiu que o INSS responde por danos morais quando permite descontos de empréstimo consignado sem a autorização do segurado.

A Turma Regional do Tribunal Regional Federal da 3ª Região manteve condenação contra o INSS ao pagamento de R$ 8 mil a um aposentado vítima de fraude.

📌 O entendimento foi claro:

O INSS tem dever legal de verificar a autorização expressa antes de permitir descontos no benefício. Se falhar nesse controle, responde objetivamente pelos danos — não pode simplesmente jogar a culpa no banco.

💬 Quando há desconto indevido na aposentadoria, há violação à dignidade do segurado. E isso gera indenização.

🔎 Processo: Apelação Cível 0001151-78.2015.4.03.6006

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